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Google suspende parceria com a Huawei

Empresa norte-americana tomou atitude após decreto de Donald Trump

E a guerra comercial entre Estados Unidos e China ganhou mais um capítulo. Depois de boatos de que a Google barrar vários de seus serviços – incluindo o suporte ao Android – para a Huawei, as próprias empresas empresas vieram à publico falar sobre o assunto.

A própria Google confirmou as informações e disse estar “revendo as implicações” de exportar tecnologia a empresa chinesa.

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“Garantimos que, enquanto cumprimos os requisitos do governo dos Estados Unidos, serviços como o Google Play e a segurança do Google Play Protect continuarão funcionando no seu dispositivo Huawei já existente.”

A medida deve afetar serviços como uso da nuvem do Google entre outros serviços. Isso tudo acontece após o governo de Donald Trump acusar as empresas chinesas de espionagem. Ainda não se sabe a extensão que isso vai causar nos aplicativos, produtos e serviços.

Do lado da Huawei, essa “proibição” deve afetar os aparelhos mais novos da companhia, já que os atuais e mais antigos, com a escassez de atualizações, o fim do sistema operacional deve acontecer em um futuro breve.

A própria empresa chinesa veio a público dizendo que vai manter o suporte para todos os dispositivos.

“A Huawei continuará a oferecer atualizações de segurança e serviços de pós-venda para todos os tablets e smartphones existentes das marcas Huawei e Honor, dando cobertura a todos aqueles já vendidos ou ainda à venda em todo o mundo.”

Com isso, a Huawei pode ter uma carta na manga, que está em produção há mais de 3 anos. Isso porque em 2016, a empresa contratou ex-funcionários da Nokia para desenvolver seu próprio sistema operacional, uma saída caso o Google rompesse a parceria.

A EMUI já tem alguns serviços com plataformas chinesas, como software de e-mail ou calendário próprios.

Em março deste ano, com a tensão comercial entre China e Estados Unidos, o tema voltou à mesa. Na época, o CEO da Huawei, Richard Yu, disse que estava preparado para os desafios e, embora gostasse “trabalhar com ecossistemas”, como os da Google e da Microsoft, já tem alternativas para contornar este problema. Porém, não se sabe se haverá substituição do Android.

Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos.

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